Cheguei...
Dá-me a tua mão,
leva o meu sorriso,
limpa-me as minhas lágrimas,
acorda o meu sonho,
dá-me o teu colo,
embala o meu desejo
afaga o meu destino,
dá-lhe um sentido!!!
Se é que existes...
De sangue e carne,
de suor e sentir
de beijos e lágrimas,
de amar...
de te beijar..
de te permitir.
Vem ter comigo!
Sentir o que eu sinto
com garra, com paixão
com ilusão,
com frenesim,
talvez com pressa,
talvez com medo,
talvez em mim!
Anda ...
agarra a minha vida
e da-lhe muito, muito amor...
São flores o que apanhas
flores que vão murchar...
são lírios roxos
são rosas brancas..
são apenas pétalas secas.
Prende-me a ti...
peço-te
não me percas.
Ouve!
Baixinho,
a madrugada chegou
toda enfeitada
da luz do dia,
e eu, fecho os olhos
assim, por ti,
cansada,
amada,
rendida!
Poemas originais de Alexandra Bello (Reprodução proibida sem autorização do autor. Todos os direitos reservados.)
Fim de tarde.. Praia de Alvor
segunda-feira, 12 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Desaparece
Vida,
que galopas,
que foges,
que me magoas
que deliras, que passas
que corres, que voas...
Que me rasgas as feridas,
vida de outras vidas...
Fecha os meus olhos,
bebe as minhas lágrimas,
mata as minhas mágoas,
seca o meu sangue quente.
Tu... fingida, perdida.
Eu... magoada , tolhida...
Vida...
latente, pungente,
dormente,
Deixa a paixão lá fora
o amor premente
Deixa-me descansar,
quero dormir
Vai desaparece...
lentamente!
que galopas,
que foges,
que me magoas
que deliras, que passas
que corres, que voas...
Que me rasgas as feridas,
vida de outras vidas...
Fecha os meus olhos,
bebe as minhas lágrimas,
mata as minhas mágoas,
seca o meu sangue quente.
Tu... fingida, perdida.
Eu... magoada , tolhida...
Vida...
latente, pungente,
dormente,
Deixa a paixão lá fora
o amor premente
Deixa-me descansar,
quero dormir
Vai desaparece...
lentamente!
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Quem ?
Quem és tu..
meu anjo da guarda?
tu que me dás a mão,
tu que nada pedes,
que em silencio me proteges,
que talvez me ames,
ou apenas te quedes
por alguém que não merece.
Quem és tu
voz doce,
na minha vida amarga,
que me abraça,
que me agarra,
quando caio,
quando tropeço,
e quando um beijo te peço
me respondes com uma gargalhada....
Que me fazes sorrir
quando de lágrimas,
minha cara esta molhada
que me falas de amor,
quando tudo se apagou,
que pões sol na minha
vida...
Vida que em noite se tornou,
Não sei quem és...
mas tenho medo,
do teu colo,
do teu desvelo
que me aquece
que desvanece
que me apetece...
Quem és?
Quem serás?
Quem sou?
meu anjo da guarda?
tu que me dás a mão,
tu que nada pedes,
que em silencio me proteges,
que talvez me ames,
ou apenas te quedes
por alguém que não merece.
Quem és tu
voz doce,
na minha vida amarga,
que me abraça,
que me agarra,
quando caio,
quando tropeço,
e quando um beijo te peço
me respondes com uma gargalhada....
Que me fazes sorrir
quando de lágrimas,
minha cara esta molhada
que me falas de amor,
quando tudo se apagou,
que pões sol na minha
vida...
Vida que em noite se tornou,
Não sei quem és...
mas tenho medo,
do teu colo,
do teu desvelo
que me aquece
que desvanece
que me apetece...
Quem és?
Quem serás?
Quem sou?
sábado, 27 de março de 2010
Sem ti
Do teu sorriso,
fiz minhas lágrimas.
Do meu pranto,
tua ira.
Na minha aflição,
desfiz o amor.
Nas tuas mãos
senti miragens,
Dos teus lábios
pedi perdão.
Nos teus olhos,
achei as margens.
E da tua boca
guardei rancor.
Ao teu silencio
roguei pragas.
Do teu desespero
fiz minha dor.
Do teu corpo
meu calor...
Agora de ti
não resta nada,
ficou um travo ácido
um odor ténue
um simples rumor
fiz minhas lágrimas.
Do meu pranto,
tua ira.
Na minha aflição,
desfiz o amor.
Nas tuas mãos
senti miragens,
Dos teus lábios
pedi perdão.
Nos teus olhos,
achei as margens.
E da tua boca
guardei rancor.
Ao teu silencio
roguei pragas.
Do teu desespero
fiz minha dor.
Do teu corpo
meu calor...
Agora de ti
não resta nada,
ficou um travo ácido
um odor ténue
um simples rumor
sábado, 20 de março de 2010
Na curva da estrada...
A paisagem era o mar
Os rochedos, as gaivotas, o amor
que crescia sem palavras inúteis....
Á medida do nosso corpo,
Apenas o silencio
o florir das ondas
que se enroscavam nos nossos pés
A intimidade da espuma
que nos prateava os cabelos
e dava um toque irreal
á nossa descoberta,
á nossa vida.....
Ficou desses dias
A pureza das caricias
o amor que crescia
e as lágrimas tristes
quando na curva da estrada
me disses-te
que partias!
Os rochedos, as gaivotas, o amor
que crescia sem palavras inúteis....
Á medida do nosso corpo,
Apenas o silencio
o florir das ondas
que se enroscavam nos nossos pés
A intimidade da espuma
que nos prateava os cabelos
e dava um toque irreal
á nossa descoberta,
á nossa vida.....
Ficou desses dias
A pureza das caricias
o amor que crescia
e as lágrimas tristes
quando na curva da estrada
me disses-te
que partias!
sexta-feira, 19 de março de 2010
Meu, apenas meu pai!
Hoje estava a ver-te...
Melhor a olhar para ti pai,
tens rugas. e encurvas as tuas costas!!
Mas o teu olhar está mais doce
Cada vez mais profundo!!!
E é tão vulgar dizer-te...
És o melhor pai do mundo....
Mas és, é apenas o meu pai!!
Aquele que está sempre aí
Quando eu caio, quando eu rio,
quando eu me zango, quando choro,
quando refilo,
Tu estas sempre aí!!!
Não partas já pai!!!
Fica comigo,
Só mais um pedacinho!
Meu querido pai velhinho,
Tu és o meu pilar mais seguro
tu és o berço do meu pequeno mundo
tu és o meu leme
não vês que sem ti fico sem rumo
e depois pai???
Mas se tiveres mesmo de ir,
Aí.....
ao menos leva-me contigo!!!
Melhor a olhar para ti pai,
tens rugas. e encurvas as tuas costas!!
Mas o teu olhar está mais doce
Cada vez mais profundo!!!
E é tão vulgar dizer-te...
És o melhor pai do mundo....
Mas és, é apenas o meu pai!!
Aquele que está sempre aí
Quando eu caio, quando eu rio,
quando eu me zango, quando choro,
quando refilo,
Tu estas sempre aí!!!
Não partas já pai!!!
Fica comigo,
Só mais um pedacinho!
Meu querido pai velhinho,
Tu és o meu pilar mais seguro
tu és o berço do meu pequeno mundo
tu és o meu leme
não vês que sem ti fico sem rumo
e depois pai???
Mas se tiveres mesmo de ir,
Aí.....
ao menos leva-me contigo!!!
terça-feira, 9 de março de 2010
Mulher eu sou....
Mulher sou eu,
que calo, sofro, amo.
que caio, choro, rio!
Levanto-me da poça de lama,
e renasço,
e á noite dobro-me, enrosco-me,
choro, na minha cama.
E penso, que fizes-te comigo???
Anda, deita a tua cabeça no meu colo,
e deixa que te embale...
Já sem amor, sem paixão,
Já sem ódio, sem sentir...
Deixa que te embale apenas
por vicio ou por gratidão!
Sim...
Sou só mulher, não sou mais nada!
Não sou mais nada, não!
que calo, sofro, amo.
que caio, choro, rio!
Levanto-me da poça de lama,
e renasço,
e á noite dobro-me, enrosco-me,
choro, na minha cama.
E penso, que fizes-te comigo???
Anda, deita a tua cabeça no meu colo,
e deixa que te embale...
Já sem amor, sem paixão,
Já sem ódio, sem sentir...
Deixa que te embale apenas
por vicio ou por gratidão!
Sim...
Sou só mulher, não sou mais nada!
Não sou mais nada, não!
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