Amar,
Amar é um jogo de palavras,
É uma confusão de sentir,
É um querer dizer, sem dizer nada,
É largar tudo e fugir...
Amar,
Amar é como odiar,
É tudo ou nada,
É pedir sem implorar,
É chorar a rir...
Amar,
É paixão, é loucura,
É rir, é partir,
É magoar, é bater,
É beijar, é morrer!!
Poemas originais de Alexandra Bello (Reprodução proibida sem autorização do autor. Todos os direitos reservados.)
Fim de tarde.. Praia de Alvor
terça-feira, 6 de outubro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Quase inverno....
E as primeiras chuvas chegaram….
E com elas o vazio,
Sabes, tão eterno e tao frio,
Que bom que era poder aquecer-me
Em teus abraços,
E como uma esperança vã
Eliminar os espaços
E sentir nos teus labios
A doçura da manhã…
Como seria se calor nunca partisse
E se todas as nossas esperanças
Não fossem tão inuteis
Tão infantis, tao verdadeiras
Ah, eu sei, era pedir demais
Se nem aos nossos corpos
Posso reclamar a paixão
Como posso eu insana,
Pedir-te o coraçao?
Não importa, já tudo passou
Os passaros já partiram,
O inverno chegou,
O meu pranto já secou
No meu coração
Não es mais sonho
Es despedida
E eu não sou mais eu
Sou só uma alma perdida
E com elas o vazio,
Sabes, tão eterno e tao frio,
Que bom que era poder aquecer-me
Em teus abraços,
E como uma esperança vã
Eliminar os espaços
E sentir nos teus labios
A doçura da manhã…
Como seria se calor nunca partisse
E se todas as nossas esperanças
Não fossem tão inuteis
Tão infantis, tao verdadeiras
Ah, eu sei, era pedir demais
Se nem aos nossos corpos
Posso reclamar a paixão
Como posso eu insana,
Pedir-te o coraçao?
Não importa, já tudo passou
Os passaros já partiram,
O inverno chegou,
O meu pranto já secou
No meu coração
Não es mais sonho
Es despedida
E eu não sou mais eu
Sou só uma alma perdida
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Tu
Lançar os olhos no infinito,
Olhar o mar,
Afagar o teu cabelo,
Ser beijada,
É viver!
Esquecer a solidão,
É viver!
É viver a constante "não te ter"
O pavor de te perder
A alegria de ser hoje
E chorar..
Sabes, é viver!
Não é só dia após dia não estares aqui,
É inventar sonhos
Em paisagens por acabar!
Mas viver
É ter tuas mãos nas minhas
Calar impulsos nas palavras
Num olhar
E acreditar em ti,
Cada hora, cada dia
Encher o coraçao da tua imagem
E vivi!
Porque creio no amor
Quero gritar a alegria que há em mim
Quero dizer-te como te adoro
mas acredita, pouco escrevi!!!!
Olhar o mar,
Afagar o teu cabelo,
Ser beijada,
É viver!
Esquecer a solidão,
É viver!
É viver a constante "não te ter"
O pavor de te perder
A alegria de ser hoje
E chorar..
Sabes, é viver!
Não é só dia após dia não estares aqui,
É inventar sonhos
Em paisagens por acabar!
Mas viver
É ter tuas mãos nas minhas
Calar impulsos nas palavras
Num olhar
E acreditar em ti,
Cada hora, cada dia
Encher o coraçao da tua imagem
E vivi!
Porque creio no amor
Quero gritar a alegria que há em mim
Quero dizer-te como te adoro
mas acredita, pouco escrevi!!!!
domingo, 20 de setembro de 2009
Engano
Enganam-se aqueles que pensam que paixão é amor!
Paixão é um sentir imenso,
São as nossas bocas unidas,
São os nossos corpos molhados
São as nossas mão perdidas
São os nossos sentidos desenfriados
A paixao não pensa se vai existir dor
Não é como o amor...
O amor é calido e profundo,
Amor é luz de presença, não é chama
Amor é o que acalma, embala,
Adormece e ama
Aí, mas paixão nao é isso...
Paixão jamais se esquece,
Basta ver teus olhos,
Lembrar a tua boca,
e o meu desejo por ti,
vil, insano , louco,
reaparece!
Paixão é um sentir imenso,
São as nossas bocas unidas,
São os nossos corpos molhados
São as nossas mão perdidas
São os nossos sentidos desenfriados
A paixao não pensa se vai existir dor
Não é como o amor...
O amor é calido e profundo,
Amor é luz de presença, não é chama
Amor é o que acalma, embala,
Adormece e ama
Aí, mas paixão nao é isso...
Paixão jamais se esquece,
Basta ver teus olhos,
Lembrar a tua boca,
e o meu desejo por ti,
vil, insano , louco,
reaparece!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Adeus
E da tua boca se fez água
E dos meus olhos se fez sede
No meu coração a magoa
Do teu silencio que fere
E da doce cobardia
Se fez a vida,
E do marasmo perdido
A despedida
E na minha alma cansada,
E nas lágrimas que caiem,
Olhando o imenso mar…
Resta a esperança
De encontrar bem fundo,
A forma de não te amar.
E dos meus olhos se fez sede
No meu coração a magoa
Do teu silencio que fere
E da doce cobardia
Se fez a vida,
E do marasmo perdido
A despedida
E na minha alma cansada,
E nas lágrimas que caiem,
Olhando o imenso mar…
Resta a esperança
De encontrar bem fundo,
A forma de não te amar.
Quase Tudo
Escorre pelos meus dedos
A vida….
E pela minha face
As lágrimas da despedida
Não foi nada
Eu sei…
Foi apenas um quase tudo
E foi á espera que fiquei.
Deixa,
É como uma manha de chuva
É como uma noite em branco
É como toda a minha vida
Que calo bem fundo
E que se desfaz em pranto
A vida….
E pela minha face
As lágrimas da despedida
Não foi nada
Eu sei…
Foi apenas um quase tudo
E foi á espera que fiquei.
Deixa,
É como uma manha de chuva
É como uma noite em branco
É como toda a minha vida
Que calo bem fundo
E que se desfaz em pranto
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Hoje...
Hoje o mar foi apenas o mar
e a areia apenas a areia
Hoje não houve luz
nem gaivotas a voar.
Hoje não houve amanhã
Nem sorrisos,
Nem areias prateadas
Hoje nem o sol me aqueceu.
Hoje na minha praia
Não houve poesia,
Nem sorrisos
Nem crianças que riam....
Hoje na minha vida
estava o mar, o céu,
e os meus sonhos
que partiam.
e a areia apenas a areia
Hoje não houve luz
nem gaivotas a voar.
Hoje não houve amanhã
Nem sorrisos,
Nem areias prateadas
Hoje nem o sol me aqueceu.
Hoje na minha praia
Não houve poesia,
Nem sorrisos
Nem crianças que riam....
Hoje na minha vida
estava o mar, o céu,
e os meus sonhos
que partiam.
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