O meu sonho
Era tão bonito , azul profundo
Como o mar mais límpido
e era tão colorido,
Onde o vermelho das nossas bocas
se misturava
E o verde dos teus olhos
enchia as manhas de amarelo vivo...
Onde o teu sorriso punha a minha vida
em mil cores e o teu perfume era
da cor de todas as flores!
O meu sonho era cheio de tons
e era tão garrido
Cheio de gargalhadas brancas
como os risos transparentes das crianças...
e o nosso amor era um arco iris
Agora ...
São apenas paginas brancas
Onde escrevo o meu pequeno mundo incolor
e sabes amor
a minha vida perdeu toda a cor
e o preto é como sempre
a cor da minha dor!
Poemas originais de Alexandra Bello (Reprodução proibida sem autorização do autor. Todos os direitos reservados.)
Fim de tarde.. Praia de Alvor
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
Eram asas...
Eram como asas o meu amor por ti,
asas de ouro ou talvez de marfim.
Asas que o vento quebrou,
Silencio que o amor matou.
Agora já nem amor resta,
nem amor, nem paixão, nem vida.
Agora as minhas asas ja não voam,
só resta a solidão desmedida.
E como são escuros os dias sem asas
que me faziam sonhar tão alto
Para quê? Se eu nem sequer sou pássaro!
Há mas não te preocupes amor....
Porque as minhas asas vão renascer,
Porque é mais facil viver sem amar,
Do que amar para morrer!
asas de ouro ou talvez de marfim.
Asas que o vento quebrou,
Silencio que o amor matou.
Agora já nem amor resta,
nem amor, nem paixão, nem vida.
Agora as minhas asas ja não voam,
só resta a solidão desmedida.
E como são escuros os dias sem asas
que me faziam sonhar tão alto
Para quê? Se eu nem sequer sou pássaro!
Há mas não te preocupes amor....
Porque as minhas asas vão renascer,
Porque é mais facil viver sem amar,
Do que amar para morrer!
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Meus olhos
Olhos são espelhos,
Uns baços outros cristalinos
Os meus tristes por certo
Os teus não sei….
Ausentes do meu destino.
O teu silencio
São como olhos mortos,
E eu olho mas minto
Porque sem os teus olhos
Postos em mim,
Meus olhos já nem os sinto….
Deixa…
Agora já nem olho,
E se olho é só por olhar
Os meus olhos estão perdidos
Rendidos, magoados,
Não é da tristeza
Nem sequer da dor,
É apenas porque
Mesmo cegos,
E sem cor
Meus olhos continuam
Brilhantes
De tanto te amar!
Uns baços outros cristalinos
Os meus tristes por certo
Os teus não sei….
Ausentes do meu destino.
O teu silencio
São como olhos mortos,
E eu olho mas minto
Porque sem os teus olhos
Postos em mim,
Meus olhos já nem os sinto….
Deixa…
Agora já nem olho,
E se olho é só por olhar
Os meus olhos estão perdidos
Rendidos, magoados,
Não é da tristeza
Nem sequer da dor,
É apenas porque
Mesmo cegos,
E sem cor
Meus olhos continuam
Brilhantes
De tanto te amar!
domingo, 1 de novembro de 2009
Sem Nome
Que fria é a desilusão,
Que gélida, que vazia
Se saber a verdade
por ti seria triste,
assim
foi mágoa,
foi o choro na solidão
Matas-te o que nunca houve
Morreu só em ilusão
De um sonho bonito
Que partis-te!
E se mesmo assim
O meu amor por ti persiste
é porque não é amor
é desespero
é loucura
Talvez seja paixão!
Ser feliz por um dia, já não existe!
Que gélida, que vazia
Se saber a verdade
por ti seria triste,
assim
foi mágoa,
foi o choro na solidão
Matas-te o que nunca houve
Morreu só em ilusão
De um sonho bonito
Que partis-te!
E se mesmo assim
O meu amor por ti persiste
é porque não é amor
é desespero
é loucura
Talvez seja paixão!
Ser feliz por um dia, já não existe!
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Talvez....
Talvez o amor
Um dia chegue...
E abra as tuas portas
De par em par.
E nesse dia talvez
Meus olhos não chorem
E a tua boca
Não pare de me olhar.
Talvez esse dia chegue,
Esse de amar,
Só por te amar.
E o sol se ponha
No horizonte
E a ternura
Continue no teu olhar....
Talvez eu seja feliz
Talvez só por um dia!
Um dia chegue...
E abra as tuas portas
De par em par.
E nesse dia talvez
Meus olhos não chorem
E a tua boca
Não pare de me olhar.
Talvez esse dia chegue,
Esse de amar,
Só por te amar.
E o sol se ponha
No horizonte
E a ternura
Continue no teu olhar....
Talvez eu seja feliz
Talvez só por um dia!
sábado, 17 de outubro de 2009
Praia de outono
A praia está deserta e bela.
As ondas explodem com paixão.
Só estou eu!
Olho, penso, sinto...
O peso inteiro da minha solidão.
Não, não sei o que é mais doloroso.
Se desejar-te com a força do mar,
Se amar-te como a imensidão do areal,
Se existir sem saber distinguir entre o bem e o mal.
Doiem-me as entranhas do meu ser.
Fogem de ti!
Querem apenas esquecer
O que foste, o que és e o que vais ser.
E o piar das gaivotas na minha praia vazia,
Enche a minha consciencia de orgulho
E mata o mais belo amor da minha vida
As ondas explodem com paixão.
Só estou eu!
Olho, penso, sinto...
O peso inteiro da minha solidão.
Não, não sei o que é mais doloroso.
Se desejar-te com a força do mar,
Se amar-te como a imensidão do areal,
Se existir sem saber distinguir entre o bem e o mal.
Doiem-me as entranhas do meu ser.
Fogem de ti!
Querem apenas esquecer
O que foste, o que és e o que vais ser.
E o piar das gaivotas na minha praia vazia,
Enche a minha consciencia de orgulho
E mata o mais belo amor da minha vida
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Fim...
Nao são versos que quero escrever...
Quero dizer-te da própria vida
Aquela que está vazia
A que não podes preencher!
Tu serás sempre tu!
A minha mais singela paixao
os teus labios, os teus olhos, o teu sorriso,
Jamais sairão do meu coração...
Vais ser para sempre
Dor no meu peito
Dor de não te ter!
Mas acredita meu amor,
Mesmo só uma quimera
Vais ser o meu sonho até eu morrer!
Quero dizer-te da própria vida
Aquela que está vazia
A que não podes preencher!
Tu serás sempre tu!
A minha mais singela paixao
os teus labios, os teus olhos, o teu sorriso,
Jamais sairão do meu coração...
Vais ser para sempre
Dor no meu peito
Dor de não te ter!
Mas acredita meu amor,
Mesmo só uma quimera
Vais ser o meu sonho até eu morrer!
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